Para universidades, faculdades de direito e investigadores

Fontes primárias, sem licença por utilizador

01Porque conta na academia jurídica

A investigação jurídica vive de acesso. Jurisprudência de mais do que uma jurisdição, legislação tal como estava numa determinada data, e a possibilidade de seguir uma linha jurisprudencial de um acórdão para o seguinte. As bases de dados comerciais que fazem isto são cobradas por utilizador, razão pela qual os estudantes aprendem com aquilo que a biblioteca conseguiu pagar e os investigadores contornam as lacunas.

O ensino tem o mesmo problema num ciclo mais curto. Um seminário construído sobre uma linha de casos precisa dos casos, esta semana, para toda a gente na sala.

02Como funciona na sua área

Define as áreas e jurisdições em que o seu departamento trabalha.

Por trás delas: acórdãos do Tribunal de Justiça e do Tribunal Geral, dos tribunais superiores e da relação portugueses e dos tribunais federais alemães, com o texto da decisão onde o tribunal o publica e um resumo em qualquer caso. Legislação da UE com o seu estado de vigência, para ver o que se aplicava e quando. Citações entre acórdãos, para que uma linha jurisprudencial se siga em vez de se reconstruir. Artigos académicos e comentário. E concursos abertos de financiamento europeu para investigação.

03O que muda no seu semestre

Os estudantes trabalham a partir de fontes primárias e não do que estava disponível gratuitamente.

A preparação do seminário acaba no próprio acórdão, e não numa barreira de pagamento.

Os investigadores conseguem seguir uma linha de citações entre jurisdições num só sítio.

E os gabinetes de investigação veem os concursos de financiamento no mesmo feed que tudo o resto, em vez de numa newsletter que ninguém lê.

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Perguntas

Antes de perguntar

Isto substitui uma base de dados jurídica comercial?
Não, e também não tem esse preço. É forte em fontes primárias da UE, portuguesas e alemãs e no acompanhamento corrente. Para cobertura nacional exaustiva noutros países, complementa em vez de substituir.
Os estudantes podem ter acesso?
Podem, através de licenças institucionais.
Que línguas?
As fontes chegam na língua original; a interface está disponível em inglês, português, alemão, francês e italiano.